Por Aliança Bike
19 de dezembro de 2025
Sim! Temos muitos motivos para celebrar 2025. Chegamos ao fim de um ano desafiador, cheio de aprendizados e que nos exigiu resiliência – especialmente em um cenário político turbulento, com tarifaços e Reforma Tributária. Graças aos nossos quase 200 associados, a Aliança Bike evoluiu, superou obstáculos e promoveu um ambiente melhor para o setor e o uso amplo das bicicletas.
Nossos esforços renderam resultados concretos. Monitoramos de perto o Congresso Nacional, rastreando projetos sobre bicicletas e seguimos disseminando informações qualificadas via Bicicleta News (WhatsApp), redes sociais e Boletins Técnicos.
No ano em que as Elétricas seguraram a onda do mercado, enfrentamos a desinformação, inclusive, com uma cartilha produzida pelos nossos associados. Entregamos o Guia de Sinalização para Rotas de Cicloturismo e Trilhas em parceria com grandes aliados. Participamos de eventos chave, com palestras e representações, aproximando-nos ainda mais dos associados e das tendências do mercado.
A proximidade com os associados é nossa maior força. Mantivemos o diálogo vivo em redes, canais de comunicação e encontros virtuais periódicos. Nossos grupos de trabalho (GTs) exemplificam isso: discussões que geram estratégias conjuntas e bons resultados.
Para 2026, cultivamos grandes expectativas. Com o time mais forte e unido, vamos pedalar rumo a conquistas ainda maiores. Afinal, todos queremos mais do próximo ano!

198 associados atualmente, dentre eles:
62 lojistas
35 Startup/Ciclologística
49 Fornecedores
6 Redes de Loja e Market Place
29 Entidades Sociais
13 Imprensa e Eventos
4 Seguradoras
Equipe Executiva:
Luiz Saldanha (Diretor Executivo)
Marina Lagareiro (Administrativo/Financeiro)
Andressa Gonçalves (Rel Gov)
Daniel Guth (Rel Gov)
Leandro Bittar (Comunicação)
Diego Bonifácio (Designer)
Dr. Vitor Covolato e equipe – assessoria jurídica (DCMD Advogados)
Ricardo Campos – website

GRUPOS DE TRABALHO ATIVOS (2025)
GT Bicicletas Elétricas
GT Tributação
GT Estudos e Pesquisa
CicloTrilhas Brasil
Aliança pelo Cicloturismo
GT Ciclologística
GT Mídias e Associados
GT Eventos Ciclísticos
GT Digitalização do Setor
Grupo Exclusivo – Fundo de Relações Governamentais
Faça parte de nossos grupos de trabalho! Contate-nos
Pesquisa Anual de Comércio Varejista (Abr. 2025) – Veja aqui
Boletim Técnico de Comércio Varejista (Abr. 2025) – Veja aqui
Monitoramento de Venda de Bicicletas (Abr. 2025) – Veja aqui
Boletim Técnico de Importação e Exportação de bicicletas e componentes (Jun. 2025) – Veja aqui
Guia de Sinalização para Rotas de Cicloturismo e Trilhas no Brasil (Jul. 25) – Veja aqui
Boletim Técnico – Mercado de Bicicletas Elétricas 2024-2025 (Ago. 2025) – Veja aqui
Cartilha Pedalando com Assistência (Ago. 25) – Veja aqui
Ranking de ciclovias e ciclofaixas nas capitais (Dez. 2025) – Veja aqui
Seminário Lançamento da Pesquisa Anual de Comércio Varejista, Boletim Técnico e Monitoramento de Vendas 2024 (Abr. 25) – Assista aqui
Seminário Lançamento do Boletim Técnico de Importação e Exportação de bicicletas e componentes (Jun. 25) – Apresentação ao vivo Exclusiva para Associados – Assista a gravação
Encontros Técnicos Periódicos das três frentes de comitê de especialistas – Projeto ACT com o ICMBio – Estudo público de bicicletas nas Unidades de Conservação (De acordo com o cronograma interno)
Lançamento do Guia de Sinalização para Rotas de Cicloturismo e Trilhas no Brasil (Jul. 25 em Brasília – com apoio do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e do ICMBio). Foi lançado em outras localidades também ao longo do ano de 2025.
Seminário Bicicletas Elétricas 2024-2025 (Ago. 25) – Assista aqui
Lançamento da Cartilha Pedalando com Assistência (Ago. 25) – Presencial no Espaço Trilhas – Shimano Fest 2025
14 novos episódios de Podcast com importantes players do mercado que se associaram recentemente e/ou temas atuais do setor de bicicletas – Assista aqui

O ano de 2025 foi marcado por um cenário de elevada instabilidade política, caracterizado pela intensificação de disputas ideológicas, pela polarização do debate público e por sucessivas crises institucionais que impactaram a previsibilidade das decisões governamentais. Esse ambiente desafiador exigiu das instituições, entidades representativas e atores políticos um esforço contínuo de diálogo, articulação e defesa de agendas estratégicas, em meio a um contexto de incertezas, pressões econômicas e tensionamentos entre diferentes visões de país..
Em razão desse contexto de instabilidade política e ideológica, o ano mostrou-se particularmente adverso para o setor de bicicletas, que enfrentou dificuldades de inclusão da pauta da bicicleta no Congresso Nacional. A ausência de um ambiente institucional estável e previsível comprometeu o avanço de pautas estratégicas para a mobilidade sustentável, a indústria e o comércio do setor, impactando negativamente toda a cadeia produtiva.
Para a Aliança Bike, não foi um ano positivo para o setor no campo do comércio exterior, marcado por um elevado número de pleitos indeferidos e por um ambiente regulatório e político adverso. O agravamento desse cenário foi potencializado pelo chamado “tarifaço”, que contribuiu para aumentar os custos, reduzir a previsibilidade e dificultar o acesso do setor de bicicletas a condições mais equilibradas de importação. Ainda assim, a Aliança Bike manteve sua atuação firme e técnica junto aos órgãos de comércio exterior, trabalhando de forma contínua para conter elevações adicionais de impostos e defender a competitividade do setor de bicicletas no país.

Site aliancabike.org.br
01 de jan/25 a 15 de dez/25
>> Mais de 160 mil usuários ativos
>> Mais de 248 mil visualizações de página
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Seguidores: 25,8 mil
1.333 publicações
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Mailing segmentado de profissionais do setor com mais de 40 mil contatos ativos.
YouTube
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78 vídeos enviados
Bicicleta News
Mais de 4 mil assinantes (via comunidade)
4 notinhas por semana/média
Podcast Aliança Bike – Desde Nov/2022
Confira aqui
77 episódios
Mais de 13 mil downloads totais

Número de associados em dezembro 2025: 198 associados
| Categoria | Total de Associados |
| Entidades | 29 |
| Fornecedor | 49 |
| Imprensa e Eventos | 13 |
| Lojista | 62 |
| Rede de Lojas | 6 |
| Start Up, Seguradoras e Logística | 39 |
| Total Geral | 198 |

Criada em 2003 e formalizada em 2009, a Aliança Bike – Associação Brasileira do Setor de Bicicletas – é uma associação que tem como missão fortalecer o mercado e a economia da bicicleta e o seu uso por brasileiras e brasileiros, atuando em diversas frentes de trabalho para promover o uso de bicicletas como transporte, esporte, turismo, lazer e logística. Conheça dezenas de conquistas da aliança bike nos últimos 8 anos:
1. Exclusão da substituição tributária (ST/ICMS) para bicicletas e componentes (2016)
A partir de 2016 foi revogado o regime de substituição tributária (ST) do ICMS para bicicletas (NCM 8712.00.10), bem como de “partes e acessórios das bicicletas” classificados na NCM subposição 8714.9.
2. Redução permanente do imposto de importação (Tarifa Externa Comum) para CINCO componentes (aprovadas entre 2021 e 2023):
a. Câmbio de velocidades – NCM 8714.99.10
De 16% para 2%
b. Cassetes (“pinhões de roda livre”) – NCM 8714.93.20
De 16% para 2%
c. Pedivela e coroa (excetuando o monobloco) – NCM 8714.96.19
De 16% para 0%
d. Cubos (sem rosca para pinhões do tipo cassete) – NCM 8714.93.11
De 16% para 0%
e. Caixas de direção sem rosca – NCM 8714.99.20
De 16% para 0%
3. Exclusão da substituição tributária (ST) para bicicletas elétricas no Estado de São Paulo (2022)
A partir de 1º de março de 2022, as bicicletas elétricas foram oficialmente excluídas do regime de substituição tributária (ST) do ICMS em São Paulo, conforme decisão do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), publicada em 28 de janeiro daquele ano.
4. Isenção temporária do imposto de importação para SEIS componentes (aprovadas entre 2021 e 2023):
a. Freios – NCM 8714.94.90
Com validade entre 2022 e 2023 e pedido de renovado para 2023-2024
b. Pedivela e coroa (exceto monobloco) – NCM 8714.96.00
Com validade entre 2022 e 2023 e depois substituído pela redução permanente do mesmo imposto
c. Quadros de fibra de carbono – NCM 8714.91.00
Com validade entre 2022 e 2023 e renovado para 2023-2024.
d. Quadros de cromo-molibdênio (cromoly) – NCM 8714.91.00
Com validade entre 2022 e 2023.
e. Motor para bicicletas elétricas – NCM 8501.31.10
Com validade entre 2022 e 2023 e renovado para 2023-2024.
f. Correntes – NCM 7315.11.00
Com validade entre 2022 e 2023 e renovado para 2023-2024.
5. Redução de 10% na Tarifa Externa Comum (TEC) das bicicletas convencionais montadas (2021)
Em 2021 foi aprovado pleito da Aliança Bike para o retorno da alíquota do imposto de importação de 35% para 20%. Contudo, o governo federal recuou e a redução foi de 10%, passando de 35% para 31,5%.
6. Inclusão de mais de 10 componentes de bicicleta na Lista de Bens sem Similar Nacional – LESSIN (2021 a 2024)
A inclusão dos componentes na LESSIN, como câmbios, cassetes, pedivelas e coroa, quadros, etc, permitiu que um número muito maior de bicicletas montadas no Brasil pudessem ficar dentro do limite de 40% de conteúdo de importação, colhendo benefícios importantes de alíquota reduzida de ICMS.
7. Exclusão do setor de bicicletas do Imposto Seletivo da Reforma Tributária
Uma mobilização de dezenas de milhares de pessoas, lideradas pela Aliança Bike, pressionou o Senado Federal a derrubar a incidência do imposto seletivo para bicicletas, o que causaria uma sobretaxação equivocada das bicicletas, equiparando-as a cigarros e bebidas alcoólicas.
8. Mais de 40 Projetos de Lei, no Congresso Nacional, com iniciativas de redução da carga tributária sobre o setor de bicicletas
A existência de mais de 40 PL’s focados na desoneração tributária para o setor de bicicletas, escritos por deputados e senadores de diversos partidos políticos, sublinha a importância crescente que nosso setor tem recebido no contexto nacional. Essa mobilização legislativa transcende as barreiras partidárias, refletindo-se em um consenso sobre a relevância estratégica das bicicletas como uma solução sustentável para diversos problemas urbanos contemporâneos, incluindo a mobilidade urbana, a saúde pública e a sustentabilidade ambiental.