Importação e Exportação

A Aliança Bike apresenta anualmente o Boletim Técnico de Importação e Exportação de Bicicletas e Componentes. A publicação traz dados que ajudam a construir um panorama das transações ocorridas com vistas ao comércio exterior no mercado e na indústria da bicicleta. A análise por meio da série histórica permite identificar as flutuações ao longo do tempo.

Baixe o relatório completo de 2026: DOWNLOAD AQUI

  • Houve aumento no volume total de recursos transacionados no comércio exterior da indústria da bicicleta no Brasil entre 2024 e 2025.
  • Importação de componentes apresentou aumento de 17,6 milhões de dólares na compra destes produtos.
  • O valor de importação de componentes representa 91% de todo o valor transacionado pela indústria da bicicleta em 2025.
  • Os estados de Santa Catarina, Amazonas e Espírito Santo concentram 82% dos valores gastos com compra de componentes internacionais (R$ 217 milhões).
  • O Porto de Santos aumenta sua importância (3 p.p.) na entrada da quantidade estatística de componentes estrangeiros, acompanhado pelo Porto de Itajaí mantendo-se o principal porto de entrada dos produtos.
  • Aumenta em 2% a quantidade de quadros importados entre 2024 e 2025. Isso significa, portanto, 10,6 milhões de dólares a mais gastos com esse produto.
  • Os principais fornecedores de quadros para o Brasil são China e Taiwan, com 99% dos valores investidos.
  • O volume de bicicletas inteiras importadas entre 2024 e 2025 aumentou consideravelmente (64%) passando portanto de 69 mil para 113 mil unidades.
  • Os principais estados que mais importam bicicletas inteiras foram Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro.
  • As exportações caíram 18% entre 2024 e 2025.
  • Houve aumento de 2,6 vezes no volume de bicicletas exportadas, no entanto, o valor resultante dessas transações caiu quase pela metade, o que pode significar a exportação de produtos com menor valor agregado.
  • Argentina, Paraguai e Uruguai concentram 97% das unidades de bicicletas inteiras exportadas.
  • Em relação a distribuição (comércio atacadista), o volume de empresas se manteve estável, mas o número de pessoas empregadas aumentou 6%.
  • A série histórica de remuneração no setor formalizado evidencia um aumento real do salário nestas ocupações desta atividade econômica setor de 6% entre 2022 e 2025, mas de queda real de 9% entre 2024 e 2025. Cabe mencionar todavia que as alterações no processo de coleta das informações da RAIS pelo governo federal pode estar influenciando estes dados.

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